Pular para o conteúdo principal

Ejá Yabori



A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas sorrindo




O peixe bagre africano usado no culto de Orí. 

Itan👉 Certa vez Iemanjá foi viver com Oxalá e ele que é um orixá muito centrado não sabia como era Iyemanjá. Há mesma é uma mulher muito falante e um tanto reclamo na. Oxalá gosta das coisas ordeiras e aprecia o silêncio, ms Iemanjá falava muito, do momento que acordava até a hora de ir dormir. Oxalá não é de reclamar e não quis brigar com Iemanjá pois achou que a magoaria, ele sabia que Iyemanjá se magoava fácil, ele ficou calado ms ela falava ms que uma vitrola. Reclamava até do que era perfeito, botava defeito em tudo só pra poder comentar. Oxalá foi ficando nervoso e cada vez ms irritado ms não demostrava, apenas guardava para si o aborrecimento que o falatório causava. Então após muitos dias vivendo com Iemanjá ele caiu adoentado. Iemanjá percebeu e tratou de cuidar dele, ai que notou que a cabeça de Oxalá esteve quente, e estava fervente. Ela compreendeu que seu comportamento o chateava. Iyemanjá não estava errada pq cada pessoa é o que é, ms ela entendeu que seu jeito de ser não combinava com o jeito de Oxalá. Iemanjá quis ajudar, foi até o rio e na água fresca apanhou um de seus peixes, levou para casa e colou sobre a cabeça de Oxalá, assim a cabeça voltou a ficar fria e calma. Iyemanjá realizava ali o primeiro ritual que hj conhecemos como Yabori. 
#Odoyá
 — em Ile Ase Alaketu Ode Labure.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...