REVISTA CARAS EM 2011

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

A minha sorte foi tirana e maldita .

A minha sorte foi tirana e maldita .
Estou sofrendo , por amar 
Quem não me quer .
Isso aconteceu porque pensei .
Que havia amor , no coração 
Daquela mulher .
Por mais que eu queira ,
Esquecer o meu passado ,
Meu sofrimento é viver ,
Pensando nela .
E os amigos só pra me ver magoado .
Entram no menseger ,
Pra me dar notícias dela .
Só tenho as noites e a lua ,
Como herança .
Esta mulher , me deu este maldito prêmio .
E hoje dela só me resta ,
Uma lembrança .
A torturar a minha alma de cigano .
Naufragado em pensamentos ,
Passo as noites acordado .
Ninguém tem pena ,
Deste meu triste viver .
Olhando o céu ,
Quando contemplo a luz da lua .
Me representa sua imagem aparecer .
Foi o desgosto que me atirou nesta vida Abandonado e renegado pelo amor .
Eu vivo apenas , naufragado em poesias Tornei me apenas um poeta vagabundo
Perdi amigos perdi tudo que ja tive .
Em altas noites só o sereno me abraça .
Esta mulher em Bragança ainda vive .
Deve cantar para brindar ,
Minha desgraça .
Segue mulher segue esnobando .
E quando chegar o meu fim ,
E eu partir deste mundo ,
Há , de lembrar que ja foi ,
Pra eternidade
Seu cigano o seu poeta vagabundo .

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