Uma triste realidade!
Quem não para em terreiro nenhum, carrega mais problema do que vontade de se resolver. Hoje está aqui, amanhã ali, depois acolá. Não cria raiz, não firma compromisso, não respeita fundamentos. Só quer milagre rápido, sem se comprometer com o axé.
O Candomblé é continuidade, constância, aprendizado. Quem vive pulando de casa em casa nunca aprende nada direito, não recebe os devidos cuidados e acaba sendo mais peso do que ajuda.
O Orixá trabalha com quem se entrega, não com quem foge ao primeiro toque do tambor.
Quer evolução? Firme o pé, respeite o tempo da casa, da natureza e do seu próprio caminho.
Axé não é mercadoria e terreiro não é rodoviária.


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