As Malandras na Umbanda**
A Linha dos Malandros na Umbanda, tem como regência principal Pai Ogum e Pai Oxalá, isso significa que eles são grandes ordenadores e direcionadores da fé, da fé em si mesmo, da fé diante das adversidades, da fé em acreditar que independente do que aconteça, a vida vai melhorar, os problemas ficarão pra trás e tudo vai passa.
Malandras na Umbanda são encantadoras quando querem, amorosas quando respeitadas e guerreiras quando precisam.
A malandragem feminina mostra que todas as mulheres tem o direito de ser felizes, livres e de viver a vida como quiserem sem o machismo e o falso moralismo.
As Malandras nos ensinam, a respeitar as mulheres como poderosas guerreiras da vida que merecem e devemos ter respeito e admiração pelo que elas já são. Elas encorajam a vivermos a vida e enfrentar os problemas, sempre com a cabeça erguida.
Seus objetos de trabalham variam de acordo com o local de atuação e seu nome, muitas trabalham com navalhas, baralhos, dados ou punhais.
Seus pontos de força e locais de atual são: Lapa, Cabaré, Morro, Esquinas, Encruzilhada, Cais do Porto, Cruzeiro das Almas e a Calunga.
Nome de algumas Malandras: 7 Navalhas, 7 Navalhadas, Maria do Cais, Maria Navalha, Maria do Morro, Maria Preta, Malandra do Cabaré, Maria Boêmia, Malandrinha da Beira do Cais, etc.
A mensagem trazida pelos Malandros e pelas Malandras, as Casas Umbandistas é a do equilíbrio, tudo em todas as existências deve ser equilibrado.
As Malandras e Malandrinhas, surgiram a partir dos anos 50, com o surgimentos de uma entidade, que ninguém conhecia, chamada Maria Navalha.
Dona Navalha surgiu num terreiro de Umbanda Omolocô (Umbanda traçada com Candomblé - Independente da Nação sendo ela, Ketu, Djeje Mahin, Angola).


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