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Os Caboclos e Caboclas na Umbanda

  Hoje Sexta Feira atendemos com a Falange dos Caboclos as 7 da noite na Seara   2. Os Caboclos e Caboclas na Umbanda que representam a sabedoria das matas, a força da natureza e o espírito de coragem, disciplina e caridade. São guias espirituais que trabalham na cura, na orientação e na limpeza das energias, ajudando aqueles que chegam em busca de equilíbrio, esperança e direção para seus caminhos. Que a força das matas sagradas esteja presente. Que os Caboclos tragam clareza, proteção e abertura de caminhos para todos que vierem buscar auxílio espiritual. Okê Caboclo! 

Cigano Murilo — O Encantador das Palavras:

++++++  Dizem que há muito tempo, nas estradas poeirentas do sul da Europa, vivia um jovem cigano chamado Murilo , conhecido por sua voz suave e olhar profundo. Ele não carregava ouro nem joias, mas possuía um dom que valia mais do que qualquer tesouro: a magia das palavras . Murilo viajava com sua tenda colorida e um violão antigo, parando em vilas e feiras para contar histórias. Quando falava, o vento parecia se aquietar para ouvir. Suas palavras tinham o poder de curar corações, despertar paixões e transformar o destino . Certa noite, ao redor de uma fogueira, uma velha cigana chamada Ravena lhe revelou um segredo: “As palavras são como brasas, Murilo. Se as sopras com amor, aquecem. Se as lanças com raiva, queimam.” Murilo entendeu então que sua voz era um instrumento sagrado. Passou a escolher cada palavra como quem escolhe uma estrela para guiar o caminho. O Encantamento: Conta-se que, ao chegar a uma aldeia triste e silenciosa, Murilo começou a narrar histórias de esperan...

Cigana Valentina e o Mistério do Mar:

  O nascimento sob o véu das ondas: Dizem que Valentina nasceu numa noite em que o mar dançava com o vento, e as estrelas pareciam tocar a água com dedos de prata. Sua mãe, uma cigana de olhos cor de âmbar, deu à luz na beira da praia, envolta por conchas que se abriam como se saudassem a nova vida. Desde então, o som das ondas era o seu berço e o murmúrio do oceano, sua canção de ninar. O dom das conchas: Valentina cresceu entre caravanas e maresias, aprendendo que cada concha guarda um segredo. Quando o sol se punha, ela recolhia conchas e as colocava em um círculo, ouvindo o que o mar lhe dizia. Algumas falavam de amores perdidos, outras de promessas que o vento levou. Mas uma, a mais antiga, sussurrava o destino dos corações inquietos — e Valentina sabia interpretá-lo como ninguém. O encontro com o espírito das águas: Certa noite, ao dançar à luz da lua, Valentina viu surgir das ondas uma figura feita de espuma e luz — o espírito do mar, guardião das emoções humanas. Ele lhe of...

Biscoito Cigano de Parmesão:

  ngredientes: 2 xícaras de farinha de trigo 1 xícara de queijo parmesão ralado fino ½ xícara de manteiga gelada em cubos 1 ovo 1 colher (chá) de sal 1 colher (chá) de páprica doce 1 pitada de pimenta-do-reino 2 colheres (sopa) de ervas frescas picadas (alecrim, tomilho ou manjericão) 2 colheres (sopa) de sementes (gergelim, chia ou linhaça) 1 colher (sopa) de água gelada (se necessário para dar ponto) Modo de preparo: Misturar os secos : Em uma tigela, junte farinha, sal, páprica, pimenta e parmesão. Adicionar a manteiga : Misture com as pontas dos dedos até formar uma farofa. Incorporar o ovo e as ervas. Se a massa estiver seca, adicione um pouco de água gelada. Abrir a massa : Use um rolo e corte em formatos desejados (círculos, estrelas ou corações). Polvilhar sementes por cima e pressione levemente. Assar em forno pré-aquecido a 180 °C por 20–25 minutos, até dourar. Toque cigano especial: Sirva com um fio de azeite aromatizado com alho e ervas . Decore a mesa com panos colo...

ORAÇÃO A OSANYIN!

Meu pai, mestre! Meu Senhor, do Desconhecido! Que as encruzilhadas das dúvidas, sejam afastadas de minha vida. Que o seu pássaro voe, à chegada de meu espírito, Meu pai, mestre e senhor das Folhas! Que as folhas de Outono, possam alegrar a minha alma, que as folhas de primavera, possam enfeitar o meu destino, que as folhas do Inverno, me cubram com sua proteção, que as folhas de verão, me tragam sabedoria e conforto, meu pai, mestre e senhor das curas! Que seu pássaro cante 3 vezes, para levar minha saudade. Que seu pássaro cante 7 vezes, para levar minha dor. Que seu pássaro cante eternamente, para receber seu amor. Ewê ô!

Esta publicacion isese tomada desde Nigeria yoruba.

  "Música de oração: chama-se Ori Aje. Esta canção é uma criação minha. Ori Aje é uma música usada para orar ao Ori todas as manhãs; um tema que eleva a alma. Esta lição aborda a vida cotidiana e as suas experiências com os Orixás. Os Irunmole e os Orixás não são conceitos abstratos que só podem ser lidos em livros: eles estão vivos, vigorosos, ativos e contribuem para as atividades do nosso dia a dia. Ori Aje é uma canção de oração para o Ori." Comentário de Yolanda Oyaqui. A autora criou uma canção intitulada "Ori Aje". São orações cantadas, nas quais a Orixá Aje é uma mulher que carrega em sua cabeça o fundamento de Aje. A própria Orixá coloca uma carga sobre a sua cabeça, sobre o seu próprio fundamento... Ela também poderia ser uma sacerdotisa de Orixá, já que carrega o fundamento do Orixá em sua cabeça. Quero informar que Aje é, atualmente, uma Orixá *funfun* (branca) e faz parte da família dos Orixás *funfun*. Tudo o que possui a cor branca carrega a espiritu...

Cigana Valentina e o Mistério do Mar:

  O nascimento sob o véu das ondas: Dizem que Valentina nasceu numa noite em que o mar dançava com o vento, e as estrelas pareciam tocar a água com dedos de prata. Sua mãe, uma cigana de olhos cor de âmbar, deu à luz na beira da praia, envolta por conchas que se abriam como se saudassem a nova vida. Desde então, o som das ondas era o seu berço e o murmúrio do oceano, sua canção de ninar. O dom das conchas: Valentina cresceu entre caravanas e maresias, aprendendo que cada concha guarda um segredo. Quando o sol se punha, ela recolhia conchas e as colocava em um círculo, ouvindo o que o mar lhe dizia. Algumas falavam de amores perdidos, outras de promessas que o vento levou. Mas uma, a mais antiga, sussurrava o destino dos corações inquietos — e Valentina sabia interpretá-lo como ninguém. O encontro com o espírito das águas: Certa noite, ao dançar à luz da lua, Valentina viu surgir das ondas uma figura feita de espuma e luz — o espírito do mar, guardião das emoções humanas. Ele lhe of...