Pular para o conteúdo principal

I EMANJA RAINHA DO MAR








Assim como existem os três irmãos guerreiros: Já, Jagun e Ajagunan existem três irmãs guerreiras filha de Olokun que são Iyá Ogun, Iyá T’Ogun e Ogunté, cada uma ligada a um orixá. São muito parecidas e quentes, o que as difere são os orisás com quais fazem oro. Para Todas é imprescindível que se arrume o Orisá Ogun Alagbedé. São conhecidas como Iyemanjá Ogun.
.
Iyá Ogun: Esta Iyemanjá também é conhecida como Iyá Ogun Ajipo, vive no rio e possui seios enormes. Guerreira e valente. É ela quem proporciona, às mulheres maduras, a possibilidade de gerarem filhos, suas contas são todas em tons cristais incluindo seu kele, se veste de branco e azul claro, ligada a Odé Arole e Ogun Alagbedé e todas comem Agutan (carneiro).
.
Iyá T’Ogun: Também conhecida como Iyá Ogun Asomi Possui, como suas irmãs, caráter guerreiro e combativo. Costuma portar duas espadas ou facões de lâminas longas. Habita a superfície dos mares, mas pode também ser encontrada nos pântanos próximos do mar. É companheira de Omolu Azawani e Sango e devem ser arrumados para a mesma logo na iniciação. Suas contas são todas azuis escuras cristal incluindo seu kele. Veste-se de branco e azulão e seu abebé é em formato de peixe.
.
Iyá Ogunté: Também conhecida como Iyá Okunté. Esta Iyemanjá. Esta é a mais guerreira de todas, vive com Ogun Alagbedé em campanhas de guerra. É mãe também de Ogun Alakoro e tem caminhos com Oxoguian. Não aceita pato em seus sacrifícios sendo então substituído pelo galo. Seu kele é feito de miçanga verde cristal e se veste de branco com verde escuro e porta um punhal nos seios e outro na cintura junto com o Axofá e na mão trás o alfanje. Nos braços desta Iyagbá não vão ides e sim 07 xabás pratas em cada braço.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...