Nós, religiosos, lidamos todos os dias com “vidas” e consequentemente com as fases do ser humano, o nascimento que dá sentido a tudo e a morte que vem silenciosa, outras vezes esperada, mas raramente bem vinda, isso porque ela vem acompanhada de um triste adeus e nos faz refletir sobre o sentido da existência. Será que é vim, crescer ou não, e morrer? Parece tão vazio, tão sem razão.