Semana passada perdemos Mãe Gisele Omindarewá. Marroquina de cidadania francesa, Mãe Gisele se apaixonou pela cultura afro em 1959 quando conheceu o célebre Babalorixá João da Goméia, da nação Angola.
Conheça a História de Exú Tranca-Ruas das Almas - (Tarchimache) - grandioso Exú. Todo terreiro deverá solicitar seus valorosos trabalhos antes de começar as seções.
As forças que regem a natureza buscam sempre proteger a criação e nós fazemos parte desse conjunto, mas por termos consciência, arbítrio, somos responsáveis pela manutenção da nossa vida física e também espiritual.
Por que temos TEOLOGIA, LITURGIA E DOGMAS. A TEOLOGIA visa o estudo do ORIXÁ , a experiência que temos da divindade em nossas vidas e toda a formação do mundo religioso. A LITURGIA compreende todos os ritos existentes na Religião, como seus cantos, suas danças, suas comidas, etc. Os DOGMAS são os pontos que sustentam a própria doutrina, eles servem de alicerce para compreensão da essência de nossa tradição religiosa
(Baseado no que vi e vivi) Seguindo para Iroko, descobrimos mais um universo inteiro de “itáns” e a cada passo que damos no Candomblé, mas fantástica fica essa linda viagem de encontro ao passado e aprendizado eterno.
Esse adimu (oferenda, comida) é como agradar o Orixá Oxóssi, para que este ano você possa ter prosperidade, com caminho de Irê (sorte), devendo utilizar os preceitos comuns em oferecer comida ao Orixá, e respeitando as culturas de cada axé (Nação do Candomblé), pedindo orientação espiritual para sua execução quando assim for necessário.
Temos como provar ou dimensionar o tamanho de um sentimento? Será a fé companheira desse sentimento tão profundo? Mas, se for abstrato, invisível esse amor? Como compará-lo por exemplo ao amor de um filho, de uma mãe ou pai, de um parente, amigo!
Ogá (Ogan) é escolhido pelo Orixá do zelador de uma Casa de Candomblé para diversas funções dentro do Àse, primeiramente é suspenso, para depois ser confirmado. Ogá não incorpora, não entra em transe, ele é escolhido justamente por estar sempre lúcido e cumprir diversas funções que são importantíssimas dentro de toda liturgia.
Na cultura yorubá, o Igbá ou cabaça, que é o fruto do cabaceiro, é usado tanto como copo, prato, vasilha para guardar utensílios, como também instrumento musical, como é o caso do Alugbá, onde ela é usada como um pequeno tambor. A cabaça também é usada em forma de chocalho, como o Sékéré ou Séré.
Conta o patakin que o Orixá Bará Exú aprende a trabalhar com o Orixá Ogum, poisEleguá era um menino muito esperto, mas muito travesso. Todo mundo tinha receio de suas artimanhas. Ele enganava todo mundo, queria sempre tirar sua vantagem.
É inacreditável que em tempos de robótica, das visitas do homem ao espaço, da comunicação em tempo real de qualquer lugar do mundo, as pessoas ainda cometam atos de violência contra as outras, motivadas por diferenças de crença religiosa.
Acredito que todo mundo já se deparou com aquele médium que reclama de tudo, que a vida não está boa, que o dinheiro está curto, que não consegue trabalho, que o relacionamento está indo de mal a pior, etc., etc., etc.
As Ekedis (Èkèjí) também podem ser chamadas de Àjòyè, Ìyároba, Makota, a depender da tradição da casa ou nação, não entram em transe, ou seja: não incorporam, pois que, precisam estarem acordadas para exercerem sua função.
Conta neste Pataki (lenda, iton) que Oxossi é raptado por Ossain o senhor das folhas, e oOrixá Oxóssi (Odé) vivia com sua mãe Yemanjá e com seu irmão Ogum (o guerreiro). Ogum cultivava o campo e Oxóssi trazia caça das florestas.
"Alguém pode dizer: Nossa fui num Centro de Umbanda e não tinha uso de charuto, cigarro ou outra diria no Centro que vou não se usa bebida. Outra alardaria nossa fui numa vez numa Casa e o Exu comia Crua."
As forças que regem a natureza buscam sempre proteger a criação e nós fazemos parte desse conjunto, mas por termos consciência, arbítrio, somos responsáveis pela manutenção da nossa vida física e também espiritual.
E foi nas ondas do Mar Que entreguei os meus problemas E aprendi a confiar Que todo mal não dura para sempre E que a paz é uma semente que precisa semear E no horizonte de um mar tão infinito Iemanjá me acolheu e meu deu um mundo tão mais bonito Eu abri meu coração, ela me estendeu a mão E entreguei meu caminhar a Iemanjá.
Sabe o que significa “ajayô”? Não? E “the votante”? Boiou de novo? Você pode até não saber o que significam essas palavras, mas, com certeza, já ouviu Carlinhos Brown dizer uma delas durante o The Voice Brasil.
Shango ou Sango, é Orixá, de origem Yorubá. Seu mito conta que foi Rei da cidade de Oyo, identificado no jogo do merindilogun pelos odu obará, ejilaxebora e representado materialmente e imaterial pelo candomblé, através do assentamento sagrado denominado igba xango.
Osun, Oshun, Ochun ou Oxum, na Mitologia Yoruba é um orixá feminino. O seu nome deriva do rio Osun, que corre na Iorubalândia, região nigeriana de Ijexá e Ijebu. Identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejioko e Ôxê, é representada pelo candomblé, material e imaterialmente, por meio do assentamento sagrado denominado igba oxum.
Iyemanjá, Yemanjá, Yemaya, Iemoja “Iemanjá” ou Yemoja, é um orixá africano, cujo nome deriva da expressão Iorubá “Yèyé omo ejá” (“Mãe cujos filhos são peixes”), identificada no jogo do merindilogun pelos odu ejibe e ossá, representado materialmente e imaterial, através do assentamento sagrado denominado igba yemanja.
Osanyin é o orixá das folhas sagradas, ervas medicinais e litúrgicas, identificado no jogo do merindilogun pelo odu iká e representado materialmente e imaterial pela cultura Jeje-Nago, através do assentamento sagrado denominado igba ossaim.
Ajalá é o oleiro primordial. Ele representa o aspecto mais orgânico do ser humano; o tipo de barro, de maior ou menor qualidade, mais ou menos cozido (o que implica maior ou menor número de problemas), mais claro ou escuro.
Na Mitologia Yoruba, o nome Oyá provém do rio de mesmo nome na Nigéria, onde seu culto é realizado, atualmente chamado de rio Níger. É uma divindade das águas como Oxum e Iemanjá, mas també é relacionada ao elemento ar, sendo uma das divindades que controla os ventos.
Conta a Lenda que Exú coloca fogo na casa e vira rei, o iton (história) diz que um dia mandaram Exu preparar um ebó para conseguir fazer fortuna bem depressa.