Pular para o conteúdo principal

INICIAÇÃO À UMBANDA

Este livro chega à sexta edição pela Madras Editora. Antes dessas seis edições muita história para contar, nestes trinta e dois anos da obra.
A duas primeiras edições foram publicadas pela Tríade Editorial (Ícone Editora) entre 1985 e 1989 com autoria de Diamantino Fernandes Trindade. Foram também publicadas duas edições do segundo volume em parceria com Ronaldo Linares, Edison Cardoso de Oliveira e Esmeralda Salvestro Perusso. Uma nova edição dos dois volumes foi publicada em 1990 pela Daath Editora. Em seguida surgiram algumas edições clandestinas do livro chegando mesmo a serem retirados os nomes dos autores da capa (isto é Brasil).
Finalmente em 2008 a obra foi reformulada e, agora, em parceria com Ronaldo Linares e Wagner Veneziani Costa (Diretor-Presidente da Madras Editora).
Neste trabalho o leitor vai encontrar os fundamentos teóricos e práticos da Umbanda Tradicional, preconizada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas e seu médium Zélio de Moraes.








Fonte

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...