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Será que esse é meu Orixá



Não é difícil, no dias de hoje, ouvir esse tipo de indagação. Pelo volume de informações que circulam pela internet, os recém iniciados, questionam muito mais, uma prova disso é que já não é visto com espanto as pessoas que se iniciam em um Orixá e anos ou até mesmo meses depois "raspão" em outro. E porque isso acontece?
Primeiramente, é importante destacar que somos de uma religião politeísta, onde cada deus, ocupa um papel de destaque e não existe um pior ou melhor, nem "santo errado", existe sim, aquele que a energia não condiz com a do omo-orixá, afinal somos desde cedo educados a aplicar o arquétipo, onde herdamos características de nossos Orixá. Se a escolha fosse aleatória, não teríamos o jogo de búzios e o período de abiã para nos apoiar ao indicar o Orixá de um filho.

E então voltamos ao ponto principal, "Será que esse e o meu Orixá?", se você está passando por esse momento, sem dúvida, deve procurar seu zelador (a), não vai adiantar sair por aí, jogando búzios, ou ficar nas redes sociais perguntando a opinião dos outros. Sente com seu pai, exponha seus medos, ouça. Yawò é uma criança que esta dando os primeiros passos, é natural que haja questionamentos. Mas se depois disso, o vazio continuar, você vai precisar ter força e bom senso e procurar ajuda para alinhar sua vida espiritual, pois ela é a bússola para as demais áreas da sua vida.

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