Pular para o conteúdo principal

Os Orixás e as cores

Existe uma grande correlação entre as cores, pedras, metais, animais e os Orixás, vejam

VERMELHO Cor dos Orixás: Ogum, na Umbanda e Xangô e Iansã, no Candomblé.

É a cor do sangue humano e a maioria dos animais, sem sangue não há vida, é o combustível que alimenta a vida, portanto, uma cor de grande expressão. Corresponde a primeira nota musical Dó. É a cor favorável a pessoas anêmicas, raquíticas e com falta de vitalidade. Tradicionalmente é a cor do planeta Marte, do Deus da Guerra, Ares na mitologia antiga da Grécia, ou Marte na mitologia Romana. É a cor da heráldica que representa a coragem. A luz vermelha é útil nos eczemas, nas queimaduras, na medicina chinesa e indiana antigas. Era usada contra o sarampo e a varíola. É muito excitante, portanto, desaconselhada às pessoas nervosas.

LARANJA Cor de Xangô Agodô na Umbanda. E Ewá, no Candomblé.

Corresponde a nota musical Ré. É composta pelo vermelho e pelo amarelo, é a cor complementar do azul. A mais indicada aos indivíduos calmos demais e indolentes.

AMARELO Na Umbanda, é a cor de Xangô-Caô, no candomblé de Oxum.

Adequada as pessoas de boa saúde. Equivale a nota musical Mi. É a cor do ouro. A luz amarela é a que aumenta mais a tonicidade neuromuscular. Ela estimula os vasos linfáticos e excita os vasos nervosos. É a cor do planeta Mercúrio, de Hermes dos Gregos ou Mercúrio dos Romanos.

VERDE

Na Umbanda, é a cor de Oxossi. No Candomblé, junto com a cor Rosa pertence a Ossain. O Verde é formado pelo Azul e pelo amarelo e é a cor complementar do vermelho. Essa cor é indicada para os indivíduos sanguíneos. Apopléticos. Ativa a digestão e tende a manter um bom equilíbrio psicológico. Corresponde a nota musical Fá. É a cor da maioria das plantas. A luz verde diminui a excitações nas reações febris. Funciona muito bem em certos casos psicopatológicos. Sob a influência da luz verde a sugestão e a autossugestão são mais fáceis: Ela predispõe à hipnose.

AZUL-ÍNDIGO (MARINHO) Na Umbanda, é a cor de Iemanjá, no Candomblé o azul-marinho é Ogum. O azul corresponde à nota musical Sol e o índigo a nota Lá. O azul produz uma isquemia cutânea. É anestésico e antiespasmódico. É utilizado nas nevralgias, nas dores ciáticas, na asma. Adequado igualmente às pessoas em boa saúde. É indicado para os indivíduos obesos, reumáticos e artríticos.

VIOLETA É muito calmante, e é usada nas insônias. Corresponde à nota musical Si. Indicada nas obrigações de Nana

BRANCO É a cor da pureza, da paz, da tranqüilidade. Em quase todas as religiões os iniciantes usam vestimentas brancas, porque essa cor reflete as radiações positivas. Ela é uma proteção contra as influências externas. Representa a Cor do Orixá maior do Candomblé, o Pai Oxalá, pai de todos os orixás e de todos nós.

PRETO É luz inteiramente absorvida. Engendra neurastenia e tristeza. É a cor de Exu junto ao vermelho.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...