A participação dos povos africanos foi fundamental para a formação da sociedade do nosso país. Vestuário, indumentárias, culinária, música, dança e, principalmente, a religiosidade.
Conta a história que Exu Tiriri (das almas) é o mais elementar dos Exus de rua, é o que tem mais débitos tem com a Espiritualidade Superior. E que através dos tempos luta para redimir-se de seus erros passados.
Foribalẹ é um ato de saudação e veneração, dada diretamente para um Òrìṣà ou a um Baba ou Ìyálòrìṣà. Esta saudação pode ser feita por qualquer pessoa iniciada e consagrada até um simples simpatizantes de nossa religião.
Acredito que como a maioria dos lideres religiosos, o sacerdócio se manifestou muito cedo na minha vida, uma pré-disposição que foi observada e orientada ainda na infância, pois tive a sorte de nascer em uma família espiritualista e em meio ao Candomblé, Jurema e Umbanda, aprendi a amar e respeitar os Orixás, os Mestres e as Entidades.
Para Mãe Stella de Oxossi, nem de longe seus 90 anos lhe causam acomodação. Yalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá, uma das mais importantes casas de Candomblé do país, autora de oito livros, idealizadora de vários projetos socioculturais como o "Ânimoteca",
Entendendo mais sobre Bara Esu (Exú Orixá) um pouco mais a fundo dentro do contexto do culto aos Orixás (Nigéria, Africa), eu trago uma breve explicação sobre realmente quem é Bara (Elegbará “aquele que habita o corpo”).
Poucos conhecem, mas existem outras as Religiões Afro-Brasileiras, como o Omolocô, Candomblé de Caboclo, Juremação, Toré, Pajelança, os Habitantes da Jurema, Quimbanda, Umbanda, entre outras religiões de culto espírita espalhadas pelo nosso Brasil.