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AYALALANLÁ, ALÁ ou ÌYÁNLÁÁ,

A grande mãe. É considerada ADARIBÔ, sendo uma das mais velhas.

OSUMARE

Oxumarè (Òsùmàrè) é o orixá de todos os movimentos, de todos os ciclos. Se um dia Oxumarè perder suas forças o mundo acabará, porque o universo é dinâmico e a Terra também se encontra em constante movimento. Imaginem só o planeta Terra sem os movimentos de translação e rotação; imaginem uma estação do ano permanente, uma noite permanente, um dia permanente. É preciso que a Terra não deixe  de se movimentar, que após o dia venha a noite, que as estações do não se alterem, que o vapor das águas suba aos céus e caia novamente sobre a Terra em forma de chuva. Oxumarè não pode ser esquecido, pois o fim dos ciclos é o fim do mundo.

NANA

  Nanã é uma Yabá de origem daomeana. É segundo as lendas, a primeira esposa de Oxalá, tendo com ele três filhos: Iroko, Obaluaiê e Oxumarê. Mais Nanã, no culto anterior à chegada dos orixás iorubanos à região da atual Nigéria, teria um posto hierárquico semelhante ao de Osalá ou até mesmo de Olorum. 

A AFINIDADE DE OSUN COM IYAMI OSHORONGÁ

Osun era rainha de um grande e rico território. Mas o país foi invadido pelos lonis, inimigos ferozes de Osun, que eram atraídos pela riqueza abundante e fabulosa. Conseguiram tomar todo território, saquearam tudo e fizeram muitos escravos.

Áyrà ou Airá

Normalmente confundido com Xangô, no Brasil, na verdade é uma divindade à parte, que não pertence à família de Xangô. Airá é uma divindade da região de Savé muito embora não existam registros de iniciação para ele nessas terras, seu culto está restrito ao seu templo em Savé, Nigéria. No Brasil, sacerdotes desinformados e sem discernimento criam inúmeras lendas a seu re speito, até dizem que ele seria irmão gêmeo de Xangô, o que é verdadeiramente um absurdo.