Pular para o conteúdo principal

Esta é a história do cigano Dorim,


 



Este cigano foi o irmão mais novo da cigana Kerumã. No dia seis de julho de 1099, onze meses após o nascimento de sua irmã Kerumã, em Timisoara, nasceu o ciganinho Dorim, o primeiro filho de Pavalov e Karim. Inexplicavelmente, tudo que acontecera no nascimento de sua irmã, repetiu-se com o lindo ciganinho:

depois da ventania, o ciganinho nasceu coberto por uma pele dourada. Da mesma forma como fizera após o nascimento de Kerumã, a velha Zíngara pediu a Pavalov um pedaço de sua camisa;
pediu também uma porção de crina de cavalo e de lã de carneiro, dizendo ao cigano: “Vou fazer um talismã que será o pingente de um cordão que você colocará no pescoço de Dorim no dia em que ele completar sete anos, para que, no futuro, ele seja um homem honesto e trabalhador.
Pavalov cumpriu o que combinara com a velha Zíngara e, realmente, Dorim foi o orgulho de seu grupo: um jovem honesto, trabalhador e íntegro em todas as suas atitudes. Durante sua passagem pelo planeta Terra, dedicou-se a praticar o bem e ajudar seu povo cigano.
Esta é a história do cigano Dorim, um moreno de cabelos pretos, olhos pretos e rosto arredondado como a Lua Cheia, com porte de príncipe e andar elegante.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...