Opàrà, que ao dançar rodopia como o vento, sem que possamos vê-la." E com o vento ela dança... E com o vento ela desconstrói E com o vento ela tira tudo do lugar E depois coloca tudo no lugar. Ora afronto. Ora calmaria. Fogo e água ! Paradoxo entre guerra e paz. Muitos à admiram. Muitos querem ser seus filhos. Mas pouco sabem da quantidade de provação que ela nos oferece diariamente. Opàrá, a força que nasce das águas fortes e cálidas dos rios, é aquela que não se intimida, e que nos obriga a seguir adiante sempre. Como nobres guerreiros do dia a dia que não se intimidam com farpas, obstáculos e permanecem seguindo... E para sempre lembrarei de cada uma de suas promessas. Afinal, o seu ventre fértil me acolhe, me fortalece e me impele à seguir em frente sempre !