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A TRINDADE DA UMBANDA

  A tríade de criação da Umbanda é composta por Caboclos, Pretos-Velhos e Erês (Crianças). Essa tríade representa as diferentes fases da vida humana: • Os Erês representam a pureza, e a alegria da infância. • Os Caboclos simbolizam a força, a coragem e a juventude; • Os Pretos-Velhos trazem a sabedoria e a experiência da velhice; Juntos, representam o triângulo de força da Umbanda. Formando os pilares fundamentais do culto umbandista. Caboclos, Pretos-Velhos, Erês Esse significado simbólico diz muito sobre a Umbanda. Pois representa a força e grandeza, e a importância do equilíbrio. Nossa religião é plural e abrangente em seu acolhimento. Trabalhando nos princípios do amor, perdão e caridade. Ajudando na construção e na evolução de seres humanos melhores. Fazendo o bem, por um bem maior. Na missão de servir com humildade, resignação e aprendizado. Onde aprendemos a importância da união e da irmandade. É quando nos tornamos uma grande família de fé. Cuidado uns dos outros com acolhi...

Farofa Mourisca Cigana:

A farofa mourisca cigana é um bom prato pra se comer acompanhado de pernil assado e vinho. É daquelas receitas ciganas que combinam frutas, temperos e legumes e que nenhuma pessoa é capaz de resistir. Além do mais, em pouquíssimo tempo fica pronta. Ingredientes: 1 lata de pêssegos sem caroço e cortados em cubos 1 maço misto de salsinha e cebolinha picados 7 dentes de alho amassados e fritos 1 cebola ralada 7 colheres de azeite espanhol 100 gramas de tomate seco, azeitonas pretas e verdes 1 pimentão vermelho picado 10 couves de bruxelas picadas 4 bananas picadas (pode ser a maçã ou a prata) 1 colher (café) de sal 7 flores de brócolis bem picadinhas 500 gramas de farinha de milho 3 colheres (sopa) de alcaparras Flores de capuchinho para decorar Modo de Preparo: Coloque os pêssegos sem caroço e cortados em cubos, o maço misto de salsinha e cebolinha picados, os dentes de alho amassados e fritos, a cebola ralada, o azeite espanhol, o tomate seco e as azeitonas pretas e verdes, o pimentão v...

O poder invisível das palavras

  As palavras possuem uma força muito maior do que costumamos imaginar. Uma única palavra mal colocada, dita no instante errado, pode acender um incêndio emocional impossível de conter. Basta uma expressão carregada de raiva ou ressentimento para destruir o que levou anos para ser cuidadosamente construído. Uma palavra ferina pode atravessar a alma como uma lâmina silenciosa, deixando cicatrizes profundas em corações que só queriam paz. E uma palavra lançada sem consciência, sem empatia, pode aniquilar a autoestima de alguém, fazendo-a acreditar que não tem valor algum. Mas… o oposto também é verdade. Uma palavra gentil é capaz de transformar o rumo de uma conversa marcada por tensões. Uma palavra leve e alegre pode colorir um dia cinzento, devolver sorrisos e reacender esperanças. Uma palavra justa, dita na hora certa, pode aliviar um fardo silencioso, um peso que o outro já não sabia mais como carregar. E uma palavra cheia de amor pode curar feridas invisíveis, daquelas que nem o...

As cobras se curvam diante dela pois reconhecem sua criadora!

  As cobras se curvam diante dela pois reconhecem sua criadora! Ela surge onde ninguém ousa olhar. No beco escuro, na estrada de barro, no silêncio da dor e na alma esquecida. Maria Mulambo não é fragilidade é resistência vestida de retalho. É luxo feito do lixo, é riqueza nascida do desprezo. Mulambo não se esconde. Ela caminha entre os cacos, descalça, firme, soberana. Pisando cobras, encarando venenos, desafiando o mundo com um sorriso de quem já venceu a morte mil vezes. Ela não teme o mal o mal teme ela. Mulambo é a senhora das encruzilhadas da alma. Ela recolhe os pedaços daqueles que foram jogados fora e os transforma em realeza. Onde todos veem ruína, ela enxerga trono. Onde todos veem fim, ela começa. Maria Mulambo è a mãe dos rejeitados, a voz das esquecidas, a força da mulher que sangrou, caiu, levantou e sorriu. Mulambo não se explica. Se sente. Se invoca. Se honra. Laroyê, Maria Mulambo!

Yewá, Yabá do mistério...

  Yewá, Yabá do mistério... Òrìsà encantada... a grande pensadora, senhora da sabedoria, a guardiã do conhecimento e tradutora universal dos signos que separam o Orun e o Aiyê, o masculino do feminino, o dia da noite, o quente do frio, o ordinário do belo... é o céu róseo do fim de tarde seduzindo a noite.Silêncio! Ela gosta do silêncio, aprecia a própria companhia e só relaxa quando confia plenamente... Yabá desconfiada, arisca, mística, senhora do transe, da esperança, dos sonhos, da fantasia, das artes, do belo, da música... ahhh Ela é a distinção entre o harmônico e o desafinado.... a magia que transforma o trivial em arte, em poesia! Ahhh Yewá... a moça séria que se dissipa em névoa, a serpente que fascina, Yabá que encanta. Hi Hó!

O povo

  O povo precisa limpar mais bichos, depenar mais galinhas, limpar mais barracão, ficar horas no fogão preparando comida, kinar muito banho, ir buscar folhas no meio do mato fechado, o povo precisa saber o que é dormir tarde, acordar cedo ... E precisa aprender o que é não ter fim de semana, não ter balada ... o povo precisa saber o que é isso.... Precisa aprender a durmir em esteira. Tem dias que vc pode durmir na tua cama... Mas tem dia de durmir na roça... .. Roupas, cargos, e colares de coral não fazem o AXÈ.

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Efun: Um tipo de argila branca - OSUN: Um tipo de pó vermelho, obtido da árvore Baphia nitida e Peterocarpus osun ambas Leguminosae Papilionoideae - WÁJI: Um tipo de pó azul, obtido da árvore Indigofera sp. Leguminosae Papilionoideae. Cada uma destas cores estão relacionadas com determinados Odus e existem vários significados para as pinturas, poderei citar as três principais a saber: As três representam as três passagens do dia, o amanhecer (efun) o crepusculo (osùn) e o anoitecer (wàji). Essas pinturas também representam uma forma de proteção contra as forças maléficas das três principais Iyami Àjé (as feiticeiras) impedindo-as que pousem sobre as pessoas e uma das principais características destas pinturas, tem como objetivo vincular todo o àse transmitido ao noviço durante os ritos da iniciação. O Wáji é um elemento muito importante no culto aos Orixás, uma vez que, junto com outros elementos, ajuda a proteger a cabeça dos nossos iyawos contra as Ajé. Segunda a crença africana ess...