Pular para o conteúdo principal

Umbanda ser médio


Nenhuma descrição de foto disponível.


Muitas vezes,  encontram dificuldades em firmar a conexão com seus guias espirituais.

Porém, se mantém com uma pseudo-firmeza nos trabalhos. O que é prejudicial para uma corrente mediúnica.

Os "nossos "guias espirituais, trabalhadores de Lei na Umbanda, estão sempre à nossa disposição, para nos auxiliar e direcionar no trabalho. Tudo por que nós, os encarnados, somos a ponta deste trabalho. Se todo o esforço por eles realizado esbarrar nas nossas dificuldades, imperfeições, vaidade, de nada terá adiantado todo este esforço e o trabalho dos nossos mentores irá por água abaixo.

Conscientizar-se disso, saber da responsabilidade que carrega, com humildade, claro, nunca colocando isto como mais um aspecto para a sustentação da própria vaidade, é nossa obrigação.

Temos o dever de recebermos da melhor forma os nossos guias. Para isso, devemos estar com nossas mentes limpas, ocupadas por pensamentos de amor, fé, compaixão e desejo de evolução e prosperidade para todos.

É como receber uma visita em sua casa. Se você não tratá-la da melhor forma possível, se não tentar, ao menos, tornar o ambiente agradabilíssimo, muito provavelmente, afastará do seu lar as visitas agradáveis e passará a receber algumas não muito agradáveis e pouco desejadas.

E assim será com a sua de incorporação.

Os guias espirituais são fundamentais na Umbanda. A sua manifestação deve ser limpa, equilibrada, ordenada, calçada na Fé, com vistas constantes à evolução de todos que ao médium procurarem. Pois assim estará contribuindo para a evolução do Todo, da Criação.

Manifestações desordenadas, desequilibradas, devem ser abolidas dos templos umbandistas.

Você sabe onde estão os seus guias espirituais?

Se não sabe, revelo agora: estão bem aí, ao seu lado, sorrindo e aguardando por um sorriso seu.

Sorriso este que deverá ser o primeiro passo para uma conexão afinada, a partir da humildade, da fé, do amor e do desejo real de evolução.

“Não há Equilíbrio sem Estabilidade, não há Estabilidade sem Equilíbrio. Não há Evolução sem Justiça, não há Justiça sem Evolução.” 

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...