Pular para o conteúdo principal

Salada de Grão-de-Bico Cigana


Esta salada de grão-de-bico cigana é um prato de entrada para a refeição principal, ótima para jantares em família e reuniões com amigos.


Ingredientes:

250 gramas de grão de bico

2 tomates picados

1 cebola picada

1 maço de folhas de hortelã picadas

1 maço de salsa picada

Azeitona verde sem caroço picada a gosto

3 dentes de alho picados

Gergelim negro a gosto

Suco de meio limão

Pimenta-do-reino a gosto

1/4 de xícara de chá de azeite

Modo de Preparo:

Cozinhe o grão de bico na panela de pressão com água por mais ou menos 20 minutos, apague o fogo, escorra o grão-de-bico e coloque em uma tigela.

Junte os tomates, a cebola, as folhas de hortelã, a azeitona, o alho, o gergelim negro e tempere com suco de limão, pimenta-do-reino e azeite.

Leve à geladeira até esfriar e sirva em seguida.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.