Pular para o conteúdo principal

Segundo a mitologia iorubá na África. Existe uma história que diz...





















 Oxum, orixá da fertilidade, vivia fazendo magia, pois é uma orixá de feitiçaria.

Certo dia o povo de Oxum perecia de fome.
Então a feiticeira pegou a galinha dangola de seu pai Oxalá e fez a botar muitos ovos e se multiplicar.

O povo festejava de alegria, pois tinham ovos e galinhas para comer.
Mas ao comer as galinhas e os ovos, o povo de Oxum começou a morrer.

Então Oxum clama por Oxalá.
E pede perdão por usar sua galinha dangola.

Oxalá surge então e diz:
" Você usou magia e deu minha galinha dangola para a morte. Castigarei a ti e ao seu povo por isso.
Estão proibidos de comer isso novamente, ou iku retornará."

Por isso os filhos de Oxum são proibidos de comer galinha dangola e quebrar ovos, pois atrai a morte.

Asé ooo

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.