Pular para o conteúdo principal

Religião Respeito Humildade



Não busquem na religião, seja ela qual for, o milagre que só você pode fazer em sua vida.
Quando você busca na religião milagres e eles não acontecem, você se decepciona e a religião perde o valor pra você.
O próximo passo será você falar mal da religião que o acolheu.
Cuspir no prato em que comeu.
Não confunda o sacerdote religioso com seu pai e sua mãe.
O papel dos sacerdotes é conduzir, orientar e iluminar o caminho para que o prosélito não se perca, nunca fará o papel de pai ou de mãe.
Ao confundir esse papel você fatalmente gerará um nível de expectativa tão grande que quando não for correspondido lhe levará à inevitável decepção.
Ao abraçar uma religião esteja preparado para lidar com as verdades que você vai ouvir. Tenha maturidade e seja adulto.
Se fosse para lidar com crianças as casas religiosas e templos seriam creches.
Religião é o elemento que liga o ser humano ao Sagrado.
O sacerdote é o instrumento dessa ligação.
Portanto, um último conselho:
Religião não é oba, oba e nem time de futebol que você escolhe pelas cores ou pelas emoções que lhe provoca.
Qualquer religião tem suas regras, seus códigos e seus dogmas, procure conhecer sua estrutura antes de se vincular.
Se você tem visão revolucionária vá fazer política. As tradições religiosas se mantêm graças às suas ortodoxias e há sacerdotes que cumprem o restrito papel de defendê-las.
Entre esses, humildemente me encaixo, eis o por que deste texto.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

DICIONÁRIO YORUBÁ/PORTUGUÊS

Pontos Riscados – Exemplos

Cada entidade possui sua assinatura espiritual, ponto riscado proprio, particular e unico, que a (o) identifica como parte de uma falange, sua identidade, suas vibrações, campos de atualização, que forças manipula com aquele médium – o enredo do mesmo – assim como as forças que disponibilizará/atuará naquela casa/terreiro/centro em que está se manifestando com o presente médium.

omi-torô

Água de ekó ou omi torô (água de preceito), é a água resultante do cozimento da canjica branca. Esta água é usada para diversos fins dentro do candomblé, seja qual for a nação, pois produz calmaria e propicia o equilíbrio das pessoas. É usada como um maravilhoso banho calmante, apaziguando orís em desequilíbrio. Entrando em quase todos os fundamentos de orixá. Tempera orôs resfriando-os e trazendo o asé. Afugenta ajés, traz a clareza e a brancura dos orixás fun-fun. RECEITA DE OMÍ TORÔ TRADICIONAL: Água da canjica Água de arroz (dormida no sereno de um dia pro outro) Água de mina 1 efun ralado 1 pitada de noz moscada ralada 1 acaçá dissolvido 1 bacia de ágata ou terrina de louça Além de um banho calmante e pacificador, serve como ajé de portão, sendo colocado do lado direito da porta de entrada do barracão, tranqüilizando a casa e os filhos de santo, e esfriando e despachando os ajés na porta. (Nota: preceito de 3 dias para quem toma esse banho: roupa de cor, carne, sexo e bebida ...